Erros no transporte de animais fazem companhia aérea rever cuidados

A companhia United Airlines enfrenta uma série de problemas com transporte de animais após a morte do filhote de bulldog francês Kokito que foi forçado a viajar no compartimento de bagagem sobre a cabeça.

A United se pronunciou dizendo que a atendente de bordo que ordenou a passageira colocar a caixa de transporte no compartimento durante o vôo de Houston a Nova Iorque não sabia que um cachorro estava dentro.

“Para evitar que isso aconteça novamente, até abril emitiremos etiquetas coloridas brilhantes para os clientes que viajam com animais de estimação na cabine”, diz a United em comunicado.

A família que possuía o cão e outros passageiros contradizem a companhia aérea, alegando que os latidos do cão eram audíveis de dentro do compartimento.

A menina de 11 anos, Sophia Ceballos, disse a rede de TV NBC que sua mãe havia alertado a atendente “É um cachorro! É um cachorro!” e a aeromoça respondeu “Nós precisamos colocá-lo lá em cima” no compartimento sobre a cabeça.

Outros passageiros confirmaram pelo twitter e facebook da família.

No ano passado, 18 animais, a maioria cães, morreram enquanto eram transportados pela United – três quartos de todas as mortes de animais em transportadoras norte-americanas, de acordo com o Departamento de Transportes Americano. Esses números representam animais que morrem em compartimentos de carga.

É raro que um animal morra em um avião. Na United Airlines, há apenas uma morte a cada aproximadamente 4.500 animais transportados no ano passado.

A United, promove seu programa de transporte de animais de estimação chamado PetSafe e ela transporta mais animais do que qualquer outra companhia aérea, porém, sua taxa de mortalidade de animais também é a mais alta do setor.

fonte: NBC Chicago